domingo, 27 de março de 2011

O Começo, Brainstorm e Geração de Alternativas.

Ahhh o começo (suspiro)... Tudo parte de uma ação que desencadeia um turbilhão de idéias, das coisas nascem coisas, como diria Bruno Munari, será mesmo verdade? Partindo desse questionamento, chegamos a duvidar da capacidade de criar de certas ferramentas como o Brainstorming ou a Geração de Alternativas. No meu ver, quando fazemos uma Geração de Alternativas, compilamos todos os nossos conhecimentos acerca da forma pré-concebida e tentamos encontrar algo que nos sugira novidade ou que se adeque ao que precisamos. Afff... Não vou demorar pra dizer que isso é sim uma ferramenta medíocre de quem não conhece o mundo onde vive... Afinal, quando um desenhista retratista faz um desenho, capta todas as nuances que formam o rosto de alguém pela observação. Ja um designer, quando precisa criar, buscando em seu arquivo de formas mentais as que serão copiadas para o seu projeto. No entanto, quando um designer tem dificuldade de acessar essas formas, ele deve buscar ativar a sua memória visual através de desenhos. O que pode se tornar impossível se o designer estiver preocupado, com a cabeça cheia ou mesmo desconhecer muitas formas. Ao fazer a geração de alternativas acaba chegando sempre a formas parecidas ou a formas básicas por demais.

Por isso, um designer deve abrir a sua mente, ampliar-se verticalmente para que não caia na mesmice. Deve procurar inspiração na arte, na escultura, na música, na mecânica, em outros designers, na natureza, etc. O designer deve buscar ambientes inspiradores. Deve ter um local confortavel para criar, pode ser um escritório com uma escrivaninha e prancheta ergonomicos com objetos que tragam inspiração.
(Estúdio de Randy Bowen)



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